Num vagão de metrô, um anão começou a escorregar pelo banco e um outro passageiro, solidário, o recolocou na posição.
Pouco depois, lá ia o anão escorregando e o mesmo passageiro o recolocava no assento.
Quando a situação se repetiu pela quinta vez, o homem, já irritado, esbravejou:
-Será que você não consegue ficar sentado direito?
Ao que o anãozinho respondeu:
- Meu amigo, a umas cinco estações estou tentando desembarcar e o senhor não deixa!!!
Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou seu marido na cama com outra mulher.
Louca de raiva, ela pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem.
Chegando lá, prendeu o pênis dele numa morsa em cima da bancada, apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca do torno para evitar que se soltasse.
Depois foi ao armário de ferramentas, retirou um serrote e colocou-o na bancada, ao lado do marido.
O marido gritou:
- Querida, você não vai cortar meu pinto, vai?
E ela respondeu com ar irônico:
- Não, você é que vai. Eu só vou botar fogo na garagem!
Depois de terem feito sexo, ela ficou bastante tempo acariciando-lhe os testiculos. Algo que ela parecia gostar imensamente. Ele estava gostanto bastante mas com curiosidade perguntou:
- Porque gosta tanto de acariciar os meus testiculos?
E sua voz macia respondeu:
- Porque tenho saudades dos meus…
O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
-Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!
-Pois não, com quê, cavalheiro?
-Farofa, feijão e fritas.
-Deseja beber alguma coisa?
-Fanta.
-Um pãozinho para esperar a refeição?
-Faça fatiado.
O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
-Vai querer sobremesa?
-Frutas frescas.
-Tem alguma preferência?
-Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
-O senhor deseja um café?
-Forte e fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
-E então, como estava o cafezinho?
-Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
-Qual é sua graça?
-Felipe Florêncio Farias Filho.
-De onde o senhor vem?
-Fortaleza.
-O senhor trabalha?
-Fui ferreiro.
-Deixou o serviço?
-Fui forçado.
-Por que?
-Faltou ferro.
-E o que o senhor fazia?
-Ferrolho, ferradura, faca… ferragem.
-O senhor torce por algum time?
-Fui Flamengo.
-E deixou de ser por que?
-Fez feio.
-Qual é o seu time agora?
-Fortaleza.
-O senhor é casado?
-Fui.
-E sua esposa?
-Faleceu.
-De que?
-Frio e fome.
O garçom perde a calma e diz:
-Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
-Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
-Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
-Felicidades!

1-Caipiras e a Nudez
Dois compadres mineiros estavam bem sossegados, fumando seus cigarros de palha e proseando.
Conversa vai, conversa vem, eis que a uma certa altura um pergunta para o outro:
— Cumpádi, u quê quiocê acha dessi negóço de nudez?
No que o outro respondeu:
— Achu bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo… E perguntou de novo:
— Ocê acha bão pur causdi quê, cumpádi?
E o outro:
— Uai! É mió nudêis qui nu nosso, né não?
2-Cuidando do Sítio
O caipira comprou um sítio no meio de um matagal e sozinho, começou a trabalhar. Capinou, arou, construiu um galinheiro, um pomar, fez uma horta e uma casinha de dar inveja aos seus vizinhos.
Um dia, o padre resolveu aparecer por lá para pedir um donativo e comentou:
— Que belo trabalho vocês fizeram aqui!
— Vocês?
— Sim, você e Deus!
— Ahhh! Mas o senhor precisa ver como é que tava isso aqui na época que Ele cuidava sozinho!
3-O Destino da Estrada
O caipira está andando de bicicleta pela estrada, quando de repente pára um carrão importado ao lado dele, o motorista abre o vidro e pergunta:
— Por favor, amigo… Esta estrada vai para São Paulo?
— Sei não, dotô… Mais si ela fô vai fazê uma falta danada pra nóis!
4-Caipira Fedido
Numa cidade pequena do interior, o forró estava comendo solto!
A moça, bonitinha, gente humilde, se preparou toda para ir ao baile.
Chegando lá, um rapaz feio, desengonçado, que transpirava e suava demais se aproximou dela e a convidou para dançar.
Ela, muito sem graça, por educação, acaba aceitando. Mas o rapaz suava tanto, mas tanto, que uma hora ela não agüentou e disse:
— Você sua, hein?
Nessa hora, o rapaz sorriu, apertou-a com força e respondeu:
— Também vô sê seu, minha princesa!
5-Engenharia Moderna
O caipira estava sentado num barranco, pitando o seu cigarrinho de palha e apreciando a paisagem quando pára um carro e descem dois sujeitos com um monte de tralhas.
O caipira fica um tempão observando-os. Mede daqui, mede dali, torna a conferir, até que o caipira não resiste e pergunta:
— Me adescurpe a intromissão, mas o que é que ocêis tão fazeno cum esssa trecaiáda toda aí?
Ao que um deles respondeu, todo educado:
— É que nós somos engenheiros! Estamos fazendo as medições para fazer uma estrada!
E o caipira:
— Ah! bão! É que aqui nóis num faiz istrada deste jeito não!
E o engenheiro, em tom desafiador:
— Ah, não? Então como é que vocês fazem estradas por aqui?
— A gente sórta um burro e vai seguindo ele, por onde o bicho passa é sempre o mió caminho pra se fazê a istrada…
— E se vocês não tiverem o burro?
— Bão… Daí nóis chama um engenhero!
6-Primeiro os Mais Velhos
O pai caipira fala para o filho, também caipira (afinal ele não teve escolha):
— Fio! Põe a sela no cavalo véio pra eu!
— Ah, pai… Mas por que ocê vai com o cavalo véio?
— É que eu acho que nóis tem que gastá as coisa véia primeiro!
— Ora, intão por que o senhor não vai a pé?
7-Soltando o Verbo
Perguntaram ao caipira:
— Diz aí um verbo!
Ele pensou, pensou e respondeu indeciso:
— Bicicreta.
— Não é bicicreta, seu caipira burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo!
Perguntaram a outro caipira:
— Diz você aí um verbo!
Ele também pensou, pensou e arriscou, ressabiado:
— Prástico.
— Não é prástico, caipira burro, é plástico. E plástico não é verbo!
Perguntaram a um terceiro caipira:
— Diz aí um verbo!
Esse aí nem pensou:
— Hospedar.
— Muito bem! Até que enfim um caipira inteligente. Agora diga aí uma frase com o verbo que você escolheu.
O caipira encheu o peito de coragem e mandou bala:
— Hospedar da bicicreta é de prástico!
8-Mira Telescópica
O caipira subiu em um táxi no Rio de Janeiro, uma reluzente Mercedes, e foi logo perguntando:
— Moço, pra que serve aquela estrelinha ali na ponta?
E o carioca, gozador:
— Aquilo ali é uma mira! Quando eu quero atropelar uma pessoa, eu miro na estrelinha e pumba!
Ao perceber o olhar assustado do caipira, o carioca continuou:
— Quer ver só? Tá vendo aquela mulher ali?
E acelerou o carro em direção da mulher, só que na hora H ele desviou…
Pumba!
— Ué? Que barulho foi esse? — perguntou o motorista.
— Ué, se eu não abro a porta o senhor ia errar a mulher!
9-Caipiródromo
Os dois caipiras se encontram numa venda:
— Oi, cumpadre! Como vão as coisa?
— Tudo bem! Vosmicê sabia que o Chico casou?
— Sabia, não! Casou com a Lindalva?
— É, aquele mulherão! Agora o bicho tá que é um touro!
- De forte?
— Não, de chifre!
10-O Caseiro Atrapalhado
O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada:
— Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda!
— O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?
— Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!
— Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado?
— Sim, este mesmo!
— Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele… Mas ele morreu de quê?
— Comeu carne estragada!
— Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?
— Ninguém, doutor… É que ele comeu a carne de um dos cavalos que estavam mortos.
— Que cavalos?
— Dos seus cavalos puro-sangue! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça dágua.
— Puxando a carroça dágua? Que água?
— Para apagar o fogo!
— Fogo? Onde?
— Na sua casa, doutor… Uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.
— Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade?
— Foi uma das velas do velório!
— Velório?!
— É… O velório da sua mãe… Ela chegou lá de madrugada sem avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!
Enviado por Leonardo de Recife/PE
Uma mulher ia se casar, mas seu noivo não sabia que ela não era mais virgem. Então, para não decepcioná-lo na lua de mel, resolve perguntar para uma amiga o que deveria fazer. E a amiga lhe dá uma sugestão:
-Antes de transar, você vai ao banheiro, com a desculpa de que vai se arrumar para ele, e nessa hora você coloca uma pequena bexiga (balão) no local do hímen.
Aceitando a sugestão, na lua de mel, na hora H, ela foi ao banheiro e fez o planejado. Voltou ao quarto e, lépida, se entregou ao marido. Rolou aquele aquecimento básico e o cara, já bem animado, partiu para cima. No momento do bem-bom ouve-se um pequeno estouro. Ele se assusta, interrompe o ato, olha para o pênis e fica parado de boca aberta. Ela mais do que depressa pergunta:
-O que houve meu amor? Nunca viu um hímen??
O marido responde:
-Sim, mas em nenhum estava escrito FELIZ ANIVERSARIO!!!!
Duas criancinhas de cinco anos conversam no quarto.
A menina pergunta para o menino:
- O que você vai pedir no DIA DA CRIANÇA?
- Eu vou pedir um carrinho, e você?
- Eu vou pedir um TAMPAX! -responde a menina.
- TAMPAX?! O que é isso?!
- Nem imagino… mas na televisão dizem que com TAMPAX a gente pode ir à praia todos os dias, andar de bicicleta, andar a cavalo, dançar, ir ao clube, correr, fazer um montão de coisas legais, e o melhor… SEM QUE NINGUÉM PERCEBA!
O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário.
Chutava prá cá, chutava prá lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada.
Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.
Pouco tempo depois seu pai entrou para se ‘desocupar’ e nem notou a bola.
Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço.
Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário.
Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal!
Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:
- Geraldo, eu enchi a privada de bosta.
Nunca vi tanta merda assim na minha vida!
Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!
- Que isso, Anselmo, você está exagerando!
- Que exagerando, o quê, meu!!! Eu tô olhando pra esse ‘merdel’ todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!!!
- Bom, eu já tava indo pra casa e aproveito passo aí que é caminho!
O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.
- Olá, Anselmo, cadê o negócio que vo………….. NÃO ACREDITO!!! O QUE É ISSO???? O QUE FOI QUE VOCÊ COMEU, CRIATURA???
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa! Isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho algum problema sério?!
- Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!
O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o ‘bolo’ para coletar uma amostra do material, …………. BUMMM!!!!!!!!!!! A bexiga estoura e voa merda pra tudo que é lado!
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.
Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:
- Essa não!!!! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!!!!













